Colisão aconteceu no final da tarde na esquina da rua Coronel Joaquim Rodrigues do Prado e avenida Oliveira Motta

Durante fuga numa Honda XRE, um bandido colidiu contra um GM Vectra em torno de 18h25m desta quarta-feira, dia 29, na esquina da avenida Oliveira Motta com a rua Coronel Joaquim Rodrigues do Prado, no centro platinense. Em seguida, se envolveu no acidente também um PM da Rocam(Rondas Ostensivas com Motocicletas) com uma BMW 1.000 cilindradas, que fazia o monitoramento tático tentando abordar o homem.
O elemento, mesmo machucado, tentou escapar a pé, porém acabou sendo dominado e preso. Tanto o policial militar quanto o marginal foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros e levados ao Pronto-Socorro sem risco de mortes.
A mulher dona do carro não se feriu, mas estava muito nervosa.
O médico Luciano Dias dos Reis, que tem uma clínica na frente do local do sinistro, informou às 22h45m que o PM Hidelberto Viana estava com muita dor no momento das colisões, e que até agora está esperando o resultado da tomografia (imagem que mostra um único plano de um objeto com detalhes muito específicos; a tomografia é o processo para gerar um tomograma, uma imagem bidimensional de uma fatia ou seção através de um objeto tridimensional).


Forma e consumo
O ecstasy se apresenta em forma de gel, pó ou comprimidos – modalidade mais comum. A princípio, seu consumo se restringe de 50 a 150 miligramas. No entanto, a tolerância à substância se instala rapidamente e seus usuários podem aumentar as doses em pouco tempo.
Duração dos efeitos do ecstasy
Os efeitos do ecstasy duram de duas a quatro horas. Passado esse período, o usuário pode sofrer de quadros similares à depressão, além de situações de grande angústia, fadiga e desidratação.

Riscos do ecstasy para a saúde
O consumo de ecstasy prolongado conduz à dependência e provoca elevação da temperatura corporal (hipertermia), desidratação importante do organismo, perda de consciência, transtornos neuropsiquiátricos, lesão das células nervosas, desenvolvimento de doenças degenerativas, problemas de eração (impotência) e desejos suicidas.
Tratamento da dependência
Não existem atualmente tratamentos farmacológicos para combate dos sintomas associados ao consumo de ecstasy. Por conta disso, o tratamento de dependentes da droga é feito com base em acompanhamento psicológico e, em casos mais graves e sob anuência do paciente, internação em clínicas de reabilitação.










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