Integrantes do Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária região Norte

Policiais do Batalhão da Polícia Escolar Comunitária das cidades de Cornélio Procópio, Bandeirantes, Andirá, Jacarezinho, Ibaiti, Londrina, Assaí e Sapopema estiveram no auditório do Sesi em Santo Antônio da Platina.
Foi uma semana de nivelamento (atualização) onde os integrantes passaram por treinamentos de tiro, abordagem, doutrina da patrulha escolar comunitária, levantamento de segurança de ambiente escolar, direitos humanos e primeira intervenção em crises.
A patrulha platinense tem sua sede ao lado do corpo de bombeiros local.
Participaram com palestras os Tenentes Prado e Garib, Sub tenente Renato e Soldado Maycon.
A organização foi dos soldados Liebelt e Camila. Npdiario, Colégios Estaduais Tiradentes, Edith, Moralina e Heloísa Infante Martins Ribeiro e Grupo 2 Irmãos colaboraram no evento.

A segurança do perímetro escolar e de seus alunos sempre foi uma importante vertente seguida pela PM. No início, o apelo pela segurança era no sentido de evitar ocorrências nas entradas e saídas das aulas, especialmente problemas de atropelamentos que envolvessem alunos. Dentro dos colégios bastava apenas um diretor e os professores para que houvesse ordem na instituição, não precisando assim da presença policial.
A partir dos anos 90, a violência urbana cresceu e ultrapassou os muros do estabelecimento de ensino, ensejando da instituição uma postura diferenciada em relação à complexidade dos problemas e adoção de soluções variáveis de caráter especializado.
Ao final dos anos 90 e início de 2000, várias foram as solicitações de ajuda à Polícia Militar por parte da Educação. A violência dentro das escolas estava fugindo do controle dos professores. Diante disso o então Capitão Anselmo José de Oliveira, o qual Comandava uma companhia do 17º Batalhão, reuniu-se com a Advogada Margarete Maria Lemes, à época Assessora Jurídica do Núcleo Regional de Educação da Área Norte, para buscarem uma solução para os problemas de criminalidade dentro e no entorno dos estabelecimentos de ensino.
Foi então elaborado um Programa que pudesse atender as escolas de forma a prevenir os atos delituosos e envolver toda a comunidade escolar na busca de soluções.
O laboratório desse trabalho aconteceu em algumas escolas e foi se desenvolvendo. Em 2004, com a devida projeção institucional e o aprimoramento para que fosse operacionalizado em consonância com a filosofia e a estratégia de Polícia Comunitária, o projeto, ganhou status e estrutura de Programa de Governo de Estado, e foi lançado oficialmente em fevereiro de 2004 com a denominação “Patrulha Escolar Comunitária”.

No final de 2007, a Coordenação Estadual encarregada pelo gerenciamento do Programa, transformou-se em Batalhão de Patrulha Escolar Comunitária atribuindo a esta nova unidade especializada missões de caráter eminentemente preventivos com vistas à segurança e a antecipação de fatos delituosos em sistema de parceria ativa com a comunidade escolar.
Em 19 de março de 2008, foram editados dois decretos que regulamentaram a nova unidade: o primeiro efetivamente criando o BPEC e o segundo aprovando os Quadros de Organização, eentre os quais o dessa Unidade. Atualmente o BPEC realiza o policiamento comunitário escolar com dois programas principais: Programa Patrulha Escolar Comunitária (PEC), e o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD).




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