Nesta terça-feira, dia 14, o prefeito de Jaboti, Vanderley de Siqueira e Silva, esteve na sede da Companhia de Habitação do Paraná (Cohapar), em Curitiba. Ele foi recebido pela assessora da presidência Jocely Loyola, a quem entregou documentos necessários para a elaboração de novos projetos de habitação de interesse social para o município.
Recentemente, o município de Jaboti foi atingido por fortes enxurradas ocasionadas pelas chuvas que caíram sobre a localidade, o que obrigou a administração municipal a decretar estado de calamidade pública. A intenção agora é construir, com o auxílio do governo estadual, 30 moradias populares para o atendimento de famílias carentes afetadas pela situação.
A prefeitura já disponibilizou um terreno para a construção do empreendimento e a expectativa é que as obras sejam viabilizadas com a utilização de recursos do Fundo Estadual de Combate à Pobreza. A iniciativa, criada pelo governador Beto Richa em 2015, prevê investimentos de R$ 400 milhões anuais em ações de resgate social, como a realocação de famílias residentes em situação precária.
De acordo com Jocely, os órgãos estaduais têm se esforçado para manter os investimentos em habitação popular apesar da crise econômica nacional. “Mesmo com o complicado cenário do país, o governador Beto Richa continua investindo forte em habitação de interesse social. Prova disso é a criação do Fundo Estadual de Combate à Pobreza, que nos permite continuar investindo em moradias para quem mais precisa,” explica a assessora da Cohapar.
Atualmente, os órgãos trabalham em conjunto na construção de 38 casas destinadas ao atendimento de produtores familiares do município. Destas, 28 unidades estão em obras e as outras 10 devem ser iniciadas nos próximos dias. Os investimentos somam aproximadamente R$ 1,1 milhão em recursos dos três níveis do poder público.
Os gestores conversaram também sobre o andamento de um projeto para a construção de 49 imóveis na área urbana de Jaboti. No momento, o projeto está em processo de licitação para definir a construtora responsável pelas obras, que devem ser financiadas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), estimadas em cerca de R$ 4 milhões.
Segundo o prefeito, o apoio da Cohapar tem sido essencial para o atendimento das demandas por moradia popular no município. “A necessidade é grande, mas o apoio que temos recebido do governo estadual é maior ainda”, diz Silva.
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