Platinense integra nova Holding de INVESTIMENTOS

Pedro Henrique Ferroni se torna referência no Sul do país

O empreendedor Pedro Henrique Ferroni (foto principal), de 38 anos, nascido e criado em Santo Antônio da Platina, estudou no Colégio Casucha e hoje é reconhecido no sul do país por ser empresário da CTM Investimentos. Ele, juntamente com seus sócios, assinou uma fusão de sua empresa com a TM3 Capital, em 11 de outubro deste ano, totalizando a gestão de R$ 1,4 bilhão de ativos, ambas estão há dez anos no mercado.

Ele, filho de Jacqueline e Luiz Henrique Ferroni, é casado com Tissiane, com a qual tem duas  filhas, e reside em Curitiba desde 2012.

Engenheiro Agrônomo, pós-graduado na FGV (Fundação Getúlio Vargas) em Assuntos Estratégicos do Agro, e doutorado em finanças pela FAE (Fundação de Administração e Economia) de Curitiba.

Holding é uma sociedade gestora matriz de participações sociais, que exerce controle ou “segura” outras firmas. A expressão vem do verbo inglês “to hold” que, na tradução livre, significa segurar.

A iniciativa visa complementar o portfólio das gestoras, ampliando seus ramos de atuação e incorporando uma ampla e variada gama de ativos e estratégias. Com a união, a expectativa é de que em dois anos o valor sob gestão chegue a R$ 3 bilhões. A futura holding será presidida por Marcel Malczewski e pelos diretores Daniel Alberini e Pedro Ferroni, ambos da CTM, e Gustavo Budziak, da TM3 e sócio da Valuup.

Segundo o CEO da TM3 Capital, Marcel Malczewski, a fusão acompanha um movimento do mercado que está em constante adaptações para atender às demandas do setor. “O nosso objetivo é acompanhar essa movimentação e com isso aumentar a nossa participação no mercado. A partir de agora unimos a nossa expertise e experiência em gestão de ativos e teremos uma carteira ainda mais diversificada de investimentos”, afirma.

“Tem sinergia até no nome”, brinca Daniel Alberini, sócio da CTM. Com a junção, a empresa resultante vai se chamar CTM3. “Já temos um ticker pronto para a bolsa”, continua o gestor, em referência a um sonho ainda distante de ter capital aberto.

“As duas empresas são  complementares, não há conflito”, conta Malczewski. “A gente já tinha começado a ter conversas e buscar uma possibilidade de crescimento inorgânico. Ao mesmo tempo, o Daniel estava buscando alguém que tivesse conhecimento em VC para ampliar a atuação. Ficou claro que tinha muita sinergia a explorar.”

A futura companhia será presidida por Malczewski e terá como diretores Alberini e Pedro Ferroni, já parceiros na CTM, e Gustavo Budziak, também sócio da TM3. A holding já nasce com escritórios em Florianópolis (SC) e Vitoria (ES), além da sede em Curitiba, cidade de origem das duas. Um novo ponto físico, para fins comerciais, será aberto também em São Paulo.

Com uma operação mais robusta, a ideia é crescer em participação de mercado e atrair mais investidores institucionais. Enquanto a CTM tem 2,5 mil investidores pessoa física, a TM3 conta com family offices e bancos de fomento como o BNDES, Banestes e o Bradesco no portfólio.

 

 

 

 

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