Decisão deve ser anunciada em breve
O deputado estadual Cobra Repórter visitou na manhã desta quinta-feira, dia 15, o Npdiario, em Santo Antônio da Platina. Na oportunidade, comentou sobre o quadro político e fez uma revelação: O nome que o governador Carlos Massa Ratinho Junior vai escolher e apoiar para a sucessão será Alexandre Curi (presidente da Assembleia Legislativa) ou, se ocorrer alguma eventual mudança, Guto Silva, “o que posso adiantar é que será do PSD”, antecipou.
A informação, inédita, joga por terra todos os que – de outra sigla – mantinham esperanças de ser o preferido do chefe do grupo para o pleito que definirá o ocupante principal do terceiro andar do Palácio Iguaçu a partir de 2027. As eleições estão marcadas para quatro de outubro do ano que vem.
Cobra cumpre o terceiro mandato no Parlamento e tem uma reeleição tida como tranquila. É próximo de Ratinho e, inclusive, tem viajado com ele para outros estados na pré-campanha à presidência da República.
O PSD conquistou 164 das 399 prefeituras do Paraná em 2024 e é o que possui o maior número de deputados estaduais na Assembleia Legislativa (16). Luiz Cláudio Romanelli é o líder da bancada. São peessedebistas o próprio Cobra, Evandro Araújo, Gugu Bueno, Ademar Traiano, Cloara Pinheiro, Artagão Júnior, Hussein Bakri e Pedro Paulo Bazana, entre outros.
Na Câmara federal, possui entre outros Beto Preto(licenciado como secretário da Saúde),. Leandre Dal Ponte(secretária da Mulher, Igualdade Racial e Idosos), Luisa Canziani e Sandro Alex(licenciado para ser secretário de Infraestrutura e Logística).
Existe uma desconfiança no mundinho fashion político segundo a qual o pré-concorrente poderia esbarrar numa traição do presidente nacional do Partido Social Democrático, Gilberto Kassab, preterindo o paranaense pelo governador gaúcho Eduardo Leite, por exemplo. Há indicativos também de que Ratinho poderia migrar para o Republicanos, o que, por enquanto, é apenas hipotético.
Ratinho é de centro-direita, porém o PSD ocupa três ministérios — Pesca, Agricultura e Minas e Energia, e Pesca — o que não seria, na prática, impeditivo se durante a campanha eleitoral desembarcasse do governo federal e desse suporte para outro nome, e não a pretendida reeleição de Lula.

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