No dia 15 de setembro em Jacarezinho 
A 2ª Marcha Cultural da Diversidade AlGBTI+ está confirmada para o dia 15 de setembro (um domingo) das 14 às 22 horas, em Jacarezinho. A iniciativa, que em 2018 reuniu cerca de mil pessoas, é coordenada pela ONG (Organização Não Governamental) Núbia Rafaela Nogueira ( homenagem a uma transexual da cidade que reside há muitos anos na Europa ocidental).

Integrantes da ONG que promoveu evento sobre o tema no mês passado. João Viktor Moura, Renan Bonito, Jéssica Costa (abaixada), Profa. Dra. Megg Rayara Gomes de Oliveira (UFPR, Curitiba), Diego Babisnki, Luan Oliveira e Prof. Dr. Matheus Luiz Biancon (UENP, Jacarezinho)
A Marcha vai iniciar na UENP(Universidade Estadual do Norte do Paraná) e descerá até a praça Rui Barbosa, onde haverá shows e performances, “é um evento cultural”, explica Renan Bonito, um dos organizadores.
Haverá presenças famosas no meio como Valentina Veigga (vídeo acima), DJ e drag Queen , de Marília (SP) e Gangrena G , atriz e drag queen de Londrina.

A Associação Núbia Rafaela Nogueira, sediada no bairro Parque Bela Vista, em Jacarezinho, foi fundada no dia 16 de julho de 2017. Atualmente, se encontra com cadeira no Conselho Municipal de Saúde e no Conselho Municipal de Assistência Social. Uma entidade em prol da comunidade ALGBTI+ de Jacarezinho e região. Organiza eventos, palestras, capacitação e rede de apoio e acolhimento. Também parceria da “Mães Pela Diversidade”, uma ONG nacional criada e direcionada à mães, pais e responsáveis de ALGBTI+, e que tem um núcleo regional na cidade de Jacarezinho.

Renan Bonito (no centro) durante a 1a. Marcha com a Madrinha e Padrinho da edição passada: Dinda Fabrícia e Abel
GLS era uma sigla utilizada para designar gays, lésbicas e simpatizantes. Qual o problema desta sigla? Ela é excludente. Nessa sigla, fala-se apenas da orientação sexual homossexual (gays e lésbicas), deixando de lado outras formas de sexualidade e identidade de gênero. Por isso, há alguns anos a sigla LGBT passou a ser adotada, por englobar também bissexuais, travestis e transexuais e trouxe o L, de lésbica, como letra inicial para destacar a desigualdade de gênero que também diferencia homossexuais femininas e masculinos. Hoje, foram a acrescentadas as letras A de Assexuado, e I, de Intersexual.

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