Comando da APP critica Polícia Federal

Durante a violenta invasão da Assembleia Legislativa no ano passado e no conflito dos professores com a Polícia Militar, que resultou em dezenas de feridos, a diretoria da APP Sindicato garantiu que defendia os legítimos interesses dos professores. Tanto o presidente do Sindicato, Hermes Leão, quanto Marlei Fernandes, liderança da categoria, alegaram que a greve e o cerco a Assembleia havia sido feito contra o ajuste fiscal do governo que prejudicaria os professores. Garantiram que não estavam cumprindo uma determinação do PT de desgastar o governador Beto Richa (PSDB).

Nesta sexta-feira,4, dia em que o ex-presidente Lula foi levado pela Polícia Federal para depor pela suspeita de enriquecimento ilícito no esquema de saque da Petrobras investigado pela Operação Lava Jato, os dois sindicalistas rasgaram a fantasia.
Tanto Hermes Leão quanto Marlei Fernandes revelaram todo o seu fanatismo ideológico petista. Foram fazer uma manifestação de protesto contra a detenção de Lula em frente à sede da Polícia Federal em Curitiba. No local, diversos companheiros e empreiteiros amigos do PT estão encarcerados. Marlei e Hermes Leão exageraram e acabaram entrando em confronto com a PM que garantia a segurança do local.”Infelizmente é só pra isso que eles servem: fazer baderna. Esses aí são os mesmos que comandaram a invasão à Assembleia Legislativa um ano atrás. Criem vergonha na cara. Vão trabalhar para honrar o dinheiro que vocês recebem dos cidadãos paranaenses”, disse Eder Borges, do Movimento Brasil Livre. A tamanha ira da APP-Sindicato é porque o ex-presidente Lula (PT) está sendo investigado por receber propina do esquema de corrupção da Petrobras.

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