Mas não foi grave como no último dia 14

Santo Antônio da Platina e municípios da região voltaram a enfrentar, no final da tarde desta quarta-feira (31), último dia de 2025, um forte temporal que trouxe à tona uma realidade cada vez mais preocupante e desafiadora para os gestores públicos: a intensificação e a maior frequência dos eventos climáticos extremos.
A chuva intensa, acompanhada de ventos fortes e queda de granizo, reacendeu o alerta apenas 17 dias após a chamada “tromba d’água”, registrada na madrugada de 14 de dezembro. O volume expressivo de água, desta vez concentrado em um período mais prolongado, provocou diversos transtornos, principalmente na área urbana do município.
Mas, não foi tão sério como o temporal do último dia 14(lembre como foi na reportagem ao final deste texto).
Queda de árvores – Durante o temporal, árvores foram derrubadas em pontos estratégicos e de grande circulação, como a Avenida Oliveira Motta, nas proximidades da Casa da Cultura; a Avenida Palma Rennó; a Rua Jovelina Dias França; a Praça Central da Matriz, onde uma árvore caiu sobre os brinquedos do parquinho infantil; a entrada do Conjunto Habitacional Vitória Régia; além de danos em luminárias no Calçadão Manoel Arrabaça. Outros pontos da cidade também registraram ocorrências semelhantes, evidenciando a força do fenômeno natural.
Diante desse cenário, cresce a preocupação do poder público municipal com a recorrência dos temporais e seus impactos diretos na segurança da população e na infraestrutura urbana.
Resposta rápida – Mesmo diante das adversidades, a gestão do prefeito Gil demonstrou agilidade e preparo. Por volta das 18h, logo após a primeira pancada de chuva, a Defesa Civil Municipal e o Corpo de Bombeiros entraram em ação imediata, com apoio da Polícia Militar. Equipes da gestão 2025–2028, envolvendo secretários, diretores e servidores, foram mobilizadas e se deslocaram rapidamente aos locais atingidos, contando também com a colaboração de voluntários.


Até a madrugada desta quinta-feira, dia primeiro, a chuva ainda persistia, o que dificultou uma atuação mais ampla em todos os pontos afetados. Ainda assim, os trabalhos incluíram o corte e a remoção de árvores caídas, a desobstrução de vias e ações para garantir a segurança dos moradores, em uma atuação integrada e eficiente entre os órgãos envolvidos.
A pronta resposta evidencia o planejamento e a preparação das equipes municipais para lidar com situações de emergência, especialmente diante das chuvas cada vez mais frequentes e preocupantes. Em razão da queda de árvores sobre a rede elétrica, a região central da cidade ficou sem fornecimento de energia por mais de 40 minutos.
A Prefeitura segue monitorando as condições climáticas e reforça que continuará investindo em ações preventivas, estrutura e capacitação das equipes, com o objetivo de reduzir riscos e garantir respostas cada vez mais rápidas diante dos desafios impostos pelas mudanças climáticas.
Recorde:





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