Ingressos podem ser adquiridos no site do Turismo Itaipu
Itaipu deve receber 8.500 visitantes no feriado prolongado de Finados, entre a sexta-feira, dia dois e domingo, dia quatro. A previsão é do Complexo Turístico Itaipu (CTI), responsável pela coordenação das visitas aos atrativos da usina hidrelétrica. A visitação deve superar em 8% a do mesmo período do ano passado.
Para facilitar a programação dos visitantes, é possível comprar os ingressos antecipadamente no site www.turismoitaipu.com.br, que também traz a descrição de cada atrativo (com informações de horários, tempo de duração e roteiro), dicas de trajes e de quanto tempo reservar para fazer cada passeio.
O CTI espera maior movimento no sábado, dia 3, com expectativa de mais de 3.600 visitantes. No feriado (sexta) tem uma projeção levemente mais baixa, mas ainda ultrapassando três mil passeantes. O dia mais tranquilo deve ser o domingo (4), com quase duas mil pessoas.

Confira os horários dos atrativos
Visita Panorâmica: diariamente das 8h30m às 17 horas (de 15 em 15 min).
Circuito Especial: domingo a quinta: 8h30m, 9h30m, 10h, 11h, 13h, 14h, 14h30m e 15h30m; /sextas e sábados: 8h30m, 9h, 9h30m, 10h, 10h30m, 11h, 13h, 13h30m, 14h, 14h30m, 15h e 15h30m;
Kattamaram: diariamente 10h30m, 11h30m, 13h30m, 14h30m,15h30m, 17h, 19h (horário de verão).
Refúgio Biológico Bela Vista: 8h30m, 9h30m, 10h30m, 13h30m, 14h30m, 15h30m.
Ecomuseu: 8 horas às 17 horas.
Polo Astronômico (dia): terça a domingo: 10 horas e 16 horas.
Polo Astronômico (noite): sextas e sábados: 19h30m.
Iluminação da Barragem: sextas e sábados: 19h30m (a partir do horário de verão, 20h30m).
A Itaipu
Com 20 unidades geradoras e 14 mil MW de potência instalada, a Itaipu Binacional é líder mundial na geração de energia limpa e renovável, tendo produzido, desde 1984, mais de 2,5 bilhões de MWh. Em 2016, a usina brasileira e paraguaia retomou o recorde mundial anual de geração de energia, com a marca de 103.098.366 MWh. Em 2017, a hidrelétrica foi responsável pelo abastecimento de 15% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 86,4% do Paraguai.
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