Após pedido dos autores
O projeto de lei que regulamenta a venda e o consumo de cerveja e chope nas arenas desportivas e estádios do Paraná foi retirado da pauta da sessão plenária desta segunda-feira (12) na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep), a requerimento dos autores.
De acordo com o líder do Governo na Casa e um dos subscritores da proposta, deputado Luiz Cláudio Romanelli (foto), o texto não foi apreciado em primeiro turno nesta oportunidade porque parte dos autores não estava presente na sessão, por motivos de viagem e compromissos políticos.

“Por se tratar de um projeto polêmico, preferimos optar pela sua retirada. Achamos que é melhor que a matéria seja votada com a presença de todos os deputados e deputadas, e com todas as condições para deliberação, seja para ser aprovado ou rejeitado”, afirmou Romanelli.
Por se tratar de um projeto polêmico, preferimos optar pela sua retirada. Achamos que é melhor que a matéria seja votada com a presença de todos os deputados e deputadas, e com todas as condições para deliberação, seja para ser aprovado ou rejeitado”
Por se tratar de um projeto polêmico, preferimos optar pela sua retirada. Achamos que é melhor que a matéria seja votada com a presença de todos os deputados e deputadas, e com todas as condições para deliberação, seja para ser aprovado ou rejeitado”
A proposta tem como base o “Estatuto do Torcedor” (Lei Federal nº 10.671/2003). A justificativa do projeto de lei paranaense é de que a venda e consumo não está proibida pela lei federal, que apenas faz menção ao “porte de objetos, bebidas ou substâncias proibidas ou suscetíveis de gerar ou possibilitar atos de violência”.
O projeto ainda argumenta, por exemplo, que a experiência da Copa do Mundo FIFA 2014 promoveu eventos com cerveja liberada e nem por isso teria sido registrado qualquer aumento nos índices de violência nos estádios.
O texto é assinado por onze parlamentares: Luiz Cláudio Romanelli (PSB), Alexandre Curi (PSB), Stephanes Junior (PSB), Ademir Bier (PMDB), Pedro Lupion (DEM), Marcio Pauliki (PDT), Tiago Amaral (PSB), Fernando Scanavaca (PDT), Marcio Nunes (PSD), Nelson Justus (DEM) e Anibelli Neto (PMDB).
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