Na manhã desta quinta-feira
Após série de denúncias de que Joaquim comercializava objetos furtados na cidade, principalmente por adolescentes, sendo um dos principais articuladores, o investigador Jamil Pereira Barros recuperou na casa do preso mercadorias furtadas e reconhecidas pela vítima, que teve seu restaurante furtado ainda no ano de 2016.
Joaquim apresentou uma versão que foi logo desmentida pelas testemunhas. “Ele alegou que comprou de um ambulante nas ruas, mas uma testemunha o desmentiu”, acrescentou o delegado.
Ainda segundo Tristão, devido a queixa de moradores, a Polícia Civil resolveu combater os furtos em domicílios e comércio justamente investigando os receptadores, que, segundo o policial “são os principais fomentadores das invasões de marginais nas casas da população de bem para subtrair valores”.
Joaquim segue preso na Cadeia Pública de Ribeirão do Pinhal e será apresentado ao Juiz de Direito da Comarca para Audiência de Custódia na data de amanhã (11). Compete ao juiz, no entanto, analisar os requisitos legais para verificar se Joaquim permanece preso ou responderá em liberdade pelo crime de receptação.
A receptação qualificada é prevista no Código Penal no artigo 180§1°, do Código Penal, cuja pena varia de três a oito anos de prisão.
Foto: Investigador Jamil, o preso Joaquim e o delegado Tristão Borborema
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