Não abandonamos a DÉBORA, ASSEGURA advogada (assistam)

Ela participou no Tribunal do Júri como defensora da ré

Às 19h26m desta terça-feira, dia nove, o juiz Renato Garcia, que presidiu o Tribunal do Júri de Jacarezinho do caso da soda cáustica, anunciou a sentença por tentativa de feminicídio triplamente qualificado. As qualificadoras apontadas são motivo fútil (ciúmes ), uso de meio cruel, e recurso que dificultou a defesa da vítima. Marlon Ferreira Neves foi condenado a 23 anos e três meses de reclusão em regime fechado.

Na ata, determinou detração penal dos dois anos, pois já cumpriu esse período na Penitenciária de Londrina, para onde foi conduzido ainda na noite desta terça-feira. A Defesa do condenado prometeu recorrer.

Os sete jurados do Conselho de Sentença não chegaram a votar com relação a Débora Custódio,  também por tentativa de feminicídio contra Isabelly Aparecida Ferreira Moro.

Advogados de defesa dela, Jean Campos, Thiago Rodrigues e Geovana Kuster se retiraram antes da votação. Alegaram cerceamento na atividade profissional, sem disponibilidade de recursos para continuação com o trabalho, e principalmente violação das prerrogativas da Advocacia.Segundo os três,  não conseguiram apresentar provas aos jurados em plenário dos quesitos (perguntas).

Essa situação, embora explicada pelo Reportagem desde a noite de terça-feira,  gerou curiosidades e boatos dos mais estapafúrdios em todo o Paraná.

Geovana Kuster gravou para o Npdiario na tarde desta quarta-feira, dia dez, o vídeo abaixo:

 

A presidente da subseção  da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Jacarezinho, Ana Carolina Montagnieri Serafim, foi comunicada e se colocou à disposição, acompanhando pessoalmente o Tribunal.  E deu seu testemunho:

 

Assista o julgamento na íntegra em três partes:

 

Veja também:

Impasse com Débora gera boatos (vídeos)

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