Desespero, indignação e dor

Exclusivo: Thais da Silva Santos (fotos), de 33 anos, saiu de casa na madrugada do dia de Natal (25) de 2025 em Santo Antônio da Platina. Faria 34 quatro dias depois, mas desapareceu.
A mulher trabalhava como faxineira, não era usuária de drogas e nem possuía transtorno. Estava com Reinaldo Moreira Ribeiro (fotos e vídeo) , de 34 anos, que a assassinou e ocultou o cadáver.
Foi preso no dia cinco de janeiro de 2026, capturado por uma equipe da Polícia Militar nas imediações da Rodovia BR-153, na zona rural de Jacarezinho. É indiciado pelos crimes de feminicídio, ameaça, estupro, porte ilegal de arma de fogo de uso permitido e furto qualificado, permanecendo recluso e à disposição do Poder Judiciário. O Tribunal do Júri ainda não foi marcado.
O feminicida estaria preso na cadeia de Cornélio Procópio.
Thais deixou uma filha adolescente.
O feminicida teve ações de um esquizofrênico.
Danielle e Grazyella Santos, irmãs da vítima, informaram ao Npdiario que finalmente o IML (Instituto Médico Legal) de Jacarezinho entregou o corpo à família para o enterro, após 96 dias do crime.
Ambas disseram que o IML alegou que estava muito adiantada a decomposição e só agora conseguiram comprovar que é mesmo o corpo da mulher.
Sepultamento às 12h45m desta terça-feira, dia 31.
Não houve velório. A Funerária São Carlos/Platinense cuidou de tudo.
Thais foi sepultada em caixão lacrado no Cemitério Parque das Oliveiras. Presentes as irmãs, a filha de 16 anos e a mãe, Lucinéia José da Silva(vídeo e fotos).



- Avanço da Putrefação (3-4 semanas): Os tecidos tornam-se moles (liquefação), os órgãos liberam gases e as unhas caem.
- Aparência (4 semanas+): A face torna-se irreconhecível e ocorre a descoloração da pele, frequentemente ficando enegrecida.
- Decomposição Ativa/Avançada: Período de maior atividade de larvas e bactérias, resultando na perda de massa corporal e presença de forte odor.
- Esqueletização (Final): Fase onde restam apenas ossos, cartilagens e restos de pele desidratados
A velocidade é influenciada pela temperatura, umidade, acesso de insetos e ambiente (terra, água ou ar), podendo levar de meses a anos para a total esqueletização. O processo é um colapso natural após a fase inicial de inchaço e gases.
À época, a delegada adjunta Keylla dos Anjos Melo Glatz, que presidiu o inquérito, gravou um vídeo sobre o fato. (Veja abaixo).



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